A POTICA DE LUÍS SERGUILHA: CORPO E VOZ NO SILNCIO DO VERBO

Fernando Segolin

Resumo


Resumo: na poética de Luís Serguilha, a linguagem primordialmente corporal e bailarina encena, em seus movimentos, os ritmos e a música da natureza e do cosmo, com o propósito de promover o encontro do humano com o transhumano. Linguagem em trânsito e em transe, a poesia sempre recusou a mordaça sufocante e paralisante da palavra cominativa, da palavra poderosa e escravizante, que fala por nós e nos impõe sua imagem do real: o simbólico, ou seja, os símbolos que nos obrigam a dizer o real se mascaram de realidade e nos desviam, com pseudo certezas, do caminho do outro e da verdade, alvos perenes de nossos sonhos e utopias.
Palavras-chave: Poesia cósmica. Onírica. Impossível.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v5i1.4730

DOI (PDF): http://dx.doi.org/10.18224/gua.v5i1.4730.g2655



GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | ISSN 2237-4957 | Qualis B2