ESCRITURA E FILOSOFIA NA POÉTICA DE LUÍS SERGUILHA

Chiu Yi Chih

Resumo


Resumo: na poesia de Luís Serguilha vislumbramos cascatas nômades, variações cromáticas de uma duração infinita. O espaço de sua escritura é percorrido por feixes de intensidades e multiplicidades cujas ressonâncias se expandem em miríades de sensações e pulsações tornando impossível qualquer decodificação simplista ou interpretação analítica. Mais do que um mosaico difuso de imagens, sua escritura poética se assemelha a uma espécie de maquinaria cujo dinamismo se deixa apreender como potencialidade energética, proliferação de partículas anárquicas, desprendimento na espessura do Ser.
Palavras-chave: Serguilha. Escritura plurisensorial. Ressonâncias sêmicas.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v5i1.4723

DOI (PDF): http://dx.doi.org/10.18224/gua.v5i1.4723.g2648



GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | ISSN 2237-4957 | Qualis B2