Francisco de Assis e a Comunhão das Criaturas

Gilberto Gonçalves Garcia

Resumo


Este artigo interpreta o pensamento de Francisco de Assis, seus escritos e suas biografias, desde a compreensão de criação como ordem (ordo), ordenamento, para justificar o modo como ele entende a pertença comum originária das criaturas e o modo de ação de Deus. O conceito de “ordem”, na palavra de Francisco, indica a unidade imediata e indeterminada de todas as relações possíveis das criaturas. Assim, as criaturas constituem um todo e são constituídas pelo todo de acordo com uma pertença mútua. Para o pensamento místico em Francisco, além do mais, o modo de ser da ordem da criatura, em sua articulação, é pensado em igualdade de condições com o modo de ser da ordem divina. Há sempre, por isso, ordem e não “uma” ordem. Esta compreensão aparece claramente em outro nome que Francisco frequentemente atribui a Deus: “Sumo Bem”.

Palavras-chave


Criação; Mística medieval; Espiritualidade franciscana; Plenitude; Elevação; Liberdade

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18224/cam.v12i1.3036

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais

Rodapé - Caminhos
 

Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição Sem Derivações 4.0 CC BY-NC-ND


CAMINHOS | Revista do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-778X | Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3

Visitantes - (09/03/2016 - 03/12/2019)

Fonte: Google Analytics.