Espaço Urbano: possibilidades e limites

Gissele Buzzatti Leal Bertagnolli

Resumo


Resumo: em termos gerais, espaço urbano corresponde a diferentes usos da terra, sendo este conjunto a organização espacial da cidade ou espaço urbano fragmentado. Em decorrência da industrialização, os centros urbanos brasileiros sofreram significativas modificações, iniciando-se um processo de diferenciação socioespacial baseado em dois valores diferentes: um sobre ações públicas voltadas para a garantia de desenvolvimento; outro voltado à desvalorização das áreas periféricas, à falta de investimentos e à ocupação progressiva das classes pobres. Dentre essas classes, estão inseridos os povos quilombolas, que compreendem a sua permanência no território como uma condição indispensável para a continuidade de sua existência. A metodologia deste artigo baseia-se em uma pesquisa bibliográfica, podendo ser compreendida como um estudo sistematizado, tendo sido elaborado interpretando-se as diversas reflexões de autores que contribuíram para a crítica e conclusão do tema. Concluiu-se que os direitos de propriedade devem atender princípios visando o bem da coletividade, percebendo-se com isso a importância das políticas públicas. Ademais o aumento dos centros urbanos causou impactos ambientais e sociais, devendo existir efetivação no acesso ao direito social, em especial, àqueles menos favorecidos economicamente.
Palavras-chave: Cidade. Urbanização. Exclusão. Desenvolvimento.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/baru.v2i2.5273

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BARU | Revista Brasileira de Assuntos Regionais e Urbanos | Mestrado em Desenvolvimento e Planejamento Territorial da PUC Goiás | ISSN 2448-0460 |  Qualis B5